sábado, 2 de abril de 2011

Nadando na sua querida praia onde nasceu : BARRA DO CUNHAÚ !

Nunca me esqueça


Autor: Carlos de Souza

Seria maravilhoso;
Lhe ver todo dia !
Ver você toda hora;
Seria gostoso!
Mas, não é possível
Lhe ver assim:
Por isso imagino você;
Na sua poesia
E percebo você,
Chegando para mim
Como o sol que nasce:
O seu sorriso irradia!
Sendo uma sensação
Falar de você
É de mais para mim,
Poder lhe dizer
Me nutrir de você
Me faz muito forte
Por isso, lhe desejo;
Em toda sua vida
Que nunca me esqueça
Que seja feliz
E que tenha bastante sorte.

sábado, 3 de outubro de 2009

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

O sambista
Poesia de Carlos de Souza

Sonhei sambando contigo...
No salgueiro e na mangueira
Sambista nunca se cansa.
Samba e dança a vida inteir.

Sabes, é tradicional:
samba, enredo e folia.
Amando dentro do samba,
Vejo amanhecer o dia.

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Assisti seu crescimento
Poesia de Carlos de Souza


Quando meus olhos pousaram
Em ti pela primeira vez;
Sei que era pequenina;
Algo, que não mais serei,
Como o decorrer dos tempos...
O que eu quero, alcançarei,
Sempre pensei comigo:
Cresve, que eu lhe esperarei.

Muito pouco que me umporta;
Meu tempo, além de voçê
Por ser mais jovem do que eu,
Podemos nos compreende.
Para o amor, não tem idade;
Eu preciso de voçê
Se concordas comigo,
Agora quero saber...

eu já tentei muitas vezes,
Falar contigo, o que sinto,
Ainda não consegui,
No entanto, eu não minto,
Podes acreditar em min;
De outro amor, fquei extinto;
Pra sempre vou ser só teu;
Te amo, porém não brinco.

Em seu tempo de menina.
Comigo vivias a brincar;
Eu não pensei que um dia...
Fosse me apaixonar:
Por alguém, que é tão íntima,
Não sabia; o que é amar;
Com a continuidade...
eu vou ter que lhe explicar.

Talvez, não precisa mais;
Da minha explicação,
O tempo já lhe instruiu;
Ninguém manda no coração;
Se um dia tiver de ser;
Vou sentir grande emoção.
É triste gostar de alguém.
Sem haver retribuição.

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Carlos de Souza , o poeta-cantor , o cantor-poeta



O público amante da boa poesia , da poeisa livre onde o cantor se esmera numa linguagem bem definida , vai econtrar, de certo, nos seus versos cuidados, algumas hotas de ternura e vagar.
São Coletâneas de poemas líricos-amorosos, outros plenos de graça, alguns impregnados de misticismo, saudade, até religiosidade, onde o poeta mais se humaniza, espiritualiza-se.
Na verdade, sente-se que " brada-lhe o talento n'alma '".
Ler Carlos de Souza é recordar poetas dos séculos passados, mas num estilo moderno de fazer poesias, captando do leitor as atenções devidas.
É uma valor que mais alto se levanta nesta terra "Soleana", esteriorizado seus sentimentos puros num mundo tão carente de paz e amor.
Não há de se negar a ualidade desta obra , nem deixar reconhecer o valor artístico do seu autor.
A crítica saberá, mais tarde colocá-lo no lugar merecido.


Bartolomeu Fagundes Pereira

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Toda obra , necessariamente, contém uma mesnagem, este livro, por conseguinte , não foge a regra.Escrito nos moldes parnasianos(embora sua métrica, não varia o sentimento que o ditou) ,este volume contém uma mensagem jovemde poesia que aspira um lugar no sol.
Carlos de Souza, seu criador, com golpes de inteligência e aidna mais do pertinácia, contorna todas as dificuldades rítmicas e emocionais que se antolham no caminho. Consguindo tirar de sua alma de poeta espôntaneo que ele é, acordes agradavéis, que nos proporcionam momentos de verdadeiro encantamento espiritual.
Na sua poesia , ele procura seguir a lição nestes versos magníficos do velho W. Whitman, de título "Quando ouvi o sábio astrônomo"(When I heard thethe learne'd astronomer", tradução de poeta português A. Herculano Ramos :

"Quando ouvi o sábio astrônomo,
Quando as provas, os números , ao alinharem em colunas
na minha frente,
Quando ele me mostrou ao cartão e diagramas , pra somar
dividir e pra modí-los,
Quando eu, sentado, ouvi o astrônomo a prelecionar com
tanto sucesso no anfiteatro.
Que depressa o inexplicavelmente me senti mal disposto
o fatigado,
Até que me lenvantei e deslizei pra vaguear lá fora por
min próprio,
No ar úmido e místico da noite , de quando em quando ,
Olhar , em perfeito silêncio, para as estrelas."

Num era de hegemonia tecnocrática o também de tanto comédia como o tanto imediatismo dos sábios parar olhar as estrelas e ouví-las, como é o caso do autor deste livro O ESCONDEIRJO FINDOU.
Gostei - e acredito que muitos gostarão - Deste livro que tem muito do poético e comovedor , exatamente por não se lhe notar, em um momento , a preocupação rigorística formal preconizada , exigida pelos nossos parnasiananos maiores .
Só me resta, ao final destas palavras, desejar ao generoso vate, ao filho querido das Hipocrônides, que prossiga no seu maravilhoso caminho de fantasia, pelo País de Sonhos, vada vez mais vitorioso, mais festejado.

Natal, 13 de fevereiro de 1977

Luiz Rabelo

quinta-feira, 16 de abril de 2009

poesia do livro Meu outro Lado de Carlos de Souza

Única dor
Autor:Carlos de Souza


Existe sempre uma dor entrenhada
Uma dor cretina e vulgar:
É a dor da incompreensão
É a dor de não aceitar...
Essa dor de ninguém vê no rosto
e por dentro vai se corroendo
Sempre,sempre aumenta o desgosto;
Dessa dor terminar morrendo.
Mas,se a vida é um desencontro?
Se vai não se leva nem se deixa saudade ...
é nessa ida que um dia podemos ser feliz;
Por onde andar pela eternidade.
O que escolhemos é inaceitável,
Somos covardes,somos tudo enfim
Somos loucos e almadiçoados;
Somos pedaços que se desfaz ao cupim
Somos tudo por causa da dor,
Que se sente e se leva consigo ;
Essa dor que diminue nossa vida;
essa dor,nosso eterno castigo...
se essa dor nos transmite alegria;
Quem Sabe morremos com a alma sã.
Deixamos um adeus aos nossos seguidores,
Deixo um beijo aos meus e aos seus!
aí nos separamos,se vamos para sempre,
É para sempre o nosso adeus...