sábado, 3 de outubro de 2009

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

O sambista
Poesia de Carlos de Souza

Sonhei sambando contigo...
No salgueiro e na mangueira
Sambista nunca se cansa.
Samba e dança a vida inteir.

Sabes, é tradicional:
samba, enredo e folia.
Amando dentro do samba,
Vejo amanhecer o dia.

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Assisti seu crescimento
Poesia de Carlos de Souza


Quando meus olhos pousaram
Em ti pela primeira vez;
Sei que era pequenina;
Algo, que não mais serei,
Como o decorrer dos tempos...
O que eu quero, alcançarei,
Sempre pensei comigo:
Cresve, que eu lhe esperarei.

Muito pouco que me umporta;
Meu tempo, além de voçê
Por ser mais jovem do que eu,
Podemos nos compreende.
Para o amor, não tem idade;
Eu preciso de voçê
Se concordas comigo,
Agora quero saber...

eu já tentei muitas vezes,
Falar contigo, o que sinto,
Ainda não consegui,
No entanto, eu não minto,
Podes acreditar em min;
De outro amor, fquei extinto;
Pra sempre vou ser só teu;
Te amo, porém não brinco.

Em seu tempo de menina.
Comigo vivias a brincar;
Eu não pensei que um dia...
Fosse me apaixonar:
Por alguém, que é tão íntima,
Não sabia; o que é amar;
Com a continuidade...
eu vou ter que lhe explicar.

Talvez, não precisa mais;
Da minha explicação,
O tempo já lhe instruiu;
Ninguém manda no coração;
Se um dia tiver de ser;
Vou sentir grande emoção.
É triste gostar de alguém.
Sem haver retribuição.

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Carlos de Souza , o poeta-cantor , o cantor-poeta



O público amante da boa poesia , da poeisa livre onde o cantor se esmera numa linguagem bem definida , vai econtrar, de certo, nos seus versos cuidados, algumas hotas de ternura e vagar.
São Coletâneas de poemas líricos-amorosos, outros plenos de graça, alguns impregnados de misticismo, saudade, até religiosidade, onde o poeta mais se humaniza, espiritualiza-se.
Na verdade, sente-se que " brada-lhe o talento n'alma '".
Ler Carlos de Souza é recordar poetas dos séculos passados, mas num estilo moderno de fazer poesias, captando do leitor as atenções devidas.
É uma valor que mais alto se levanta nesta terra "Soleana", esteriorizado seus sentimentos puros num mundo tão carente de paz e amor.
Não há de se negar a ualidade desta obra , nem deixar reconhecer o valor artístico do seu autor.
A crítica saberá, mais tarde colocá-lo no lugar merecido.


Bartolomeu Fagundes Pereira

1°Ed. Livro. O esconderijo findou - Carlos de Souza

Toda obra , necessariamente, contém uma mesnagem, este livro, por conseguinte , não foge a regra.Escrito nos moldes parnasianos(embora sua métrica, não varia o sentimento que o ditou) ,este volume contém uma mensagem jovemde poesia que aspira um lugar no sol.
Carlos de Souza, seu criador, com golpes de inteligência e aidna mais do pertinácia, contorna todas as dificuldades rítmicas e emocionais que se antolham no caminho. Consguindo tirar de sua alma de poeta espôntaneo que ele é, acordes agradavéis, que nos proporcionam momentos de verdadeiro encantamento espiritual.
Na sua poesia , ele procura seguir a lição nestes versos magníficos do velho W. Whitman, de título "Quando ouvi o sábio astrônomo"(When I heard thethe learne'd astronomer", tradução de poeta português A. Herculano Ramos :

"Quando ouvi o sábio astrônomo,
Quando as provas, os números , ao alinharem em colunas
na minha frente,
Quando ele me mostrou ao cartão e diagramas , pra somar
dividir e pra modí-los,
Quando eu, sentado, ouvi o astrônomo a prelecionar com
tanto sucesso no anfiteatro.
Que depressa o inexplicavelmente me senti mal disposto
o fatigado,
Até que me lenvantei e deslizei pra vaguear lá fora por
min próprio,
No ar úmido e místico da noite , de quando em quando ,
Olhar , em perfeito silêncio, para as estrelas."

Num era de hegemonia tecnocrática o também de tanto comédia como o tanto imediatismo dos sábios parar olhar as estrelas e ouví-las, como é o caso do autor deste livro O ESCONDEIRJO FINDOU.
Gostei - e acredito que muitos gostarão - Deste livro que tem muito do poético e comovedor , exatamente por não se lhe notar, em um momento , a preocupação rigorística formal preconizada , exigida pelos nossos parnasiananos maiores .
Só me resta, ao final destas palavras, desejar ao generoso vate, ao filho querido das Hipocrônides, que prossiga no seu maravilhoso caminho de fantasia, pelo País de Sonhos, vada vez mais vitorioso, mais festejado.

Natal, 13 de fevereiro de 1977

Luiz Rabelo

quinta-feira, 16 de abril de 2009

poesia do livro Meu outro Lado de Carlos de Souza

Única dor
Autor:Carlos de Souza


Existe sempre uma dor entrenhada
Uma dor cretina e vulgar:
É a dor da incompreensão
É a dor de não aceitar...
Essa dor de ninguém vê no rosto
e por dentro vai se corroendo
Sempre,sempre aumenta o desgosto;
Dessa dor terminar morrendo.
Mas,se a vida é um desencontro?
Se vai não se leva nem se deixa saudade ...
é nessa ida que um dia podemos ser feliz;
Por onde andar pela eternidade.
O que escolhemos é inaceitável,
Somos covardes,somos tudo enfim
Somos loucos e almadiçoados;
Somos pedaços que se desfaz ao cupim
Somos tudo por causa da dor,
Que se sente e se leva consigo ;
Essa dor que diminue nossa vida;
essa dor,nosso eterno castigo...
se essa dor nos transmite alegria;
Quem Sabe morremos com a alma sã.
Deixamos um adeus aos nossos seguidores,
Deixo um beijo aos meus e aos seus!
aí nos separamos,se vamos para sempre,
É para sempre o nosso adeus...





terça-feira, 7 de abril de 2009

Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

O sorriso de Luiza Maria
Autor:Carlos de Souza


Se o mundo fosse puro,
O quanto é puro o seu sorriso;
Não existia trevas,não havia escuro:
Tudo era simples:um eterno paraíso.
A força do seu sorriso,Luiza!
É forte com as ondas do mar.
O seu sorriso brota a vida,
remove quem não pode andar.
Consola com o seu sorriso:
Os fracos,quem nunca viveu.
Queria reencontrar o que preciso!
Nas partículas do sorriso seu.
O seu sorriso é um encanto lindo !
É o desabrochar do amanhacer.
o seu coração vive sempre é um sempre viver.

Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

Dúvidas
Autor:Carlos de Souza

Usa quaisquer coisa,
E me traça um perfil.
talvez eu nem saiba,
Nem você nunca viu.
Ou talvez conhecemos,
Sem ser um desenho.
Quem sabe queremos,
Você tem e eu tenho.

Se soubesse talvez,
Fosse muito engraçado.
Desenhar o que sei,
Pode sair errado.
Eu quero ver você,
Desenhar para mim.
É muito fácil fazer,
Um perfil bem assim?...



Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

Incertezas
Autor:Carlos de Souza


Foram tantas,foram tantas,
foram tais...
Foram elas que se forma,
E nunca mais...
Como são acontecidos d'uma vida,
São queridas,são perdidas,
São mortais...
São pessoas passando na avenida,
São buzinas perturbando os que não saem.
Suas damas,nossas manas não são mais.
Eram apenas o que deixam ser.
São presenças,são pertences do amanhã.
São carentes,são parentes,nossa irmã.
E na vida não encontram mais lugar,
São sem ida e sem saber onde morar.
São apenas o passado d'um presente,
Que o peito e no futuro vai parar.

Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

O que ficou
Autor:Carlos de Souza


Se não lhe conhecer depois
Se o mundo,muito lhe modificar.
Espero lhe encontrar em outro mundo,
E conhecer-lhe,como antes lhe amar.
Eu conheci-lhe em criança e não sabia,
Que um dia iria viver para você.
Mas foi o tempo,foi o destino que previu.
Então foi o vil e o corvade que me fez lhe perder.

Eu caminhei por caminhos inconstantes,
E sinuosos como a vida que possuía;
Sou uma flor que desabrochou no vazante.
E na enchente não soube pra onde ia.
Sou como um barco,que com sua vela içada,
Segue a caçada sem saber se pega ou não.
Sou pescador,que vai de mar a dentro,
E volta à terra com saudade do povão.

Mas,sou você,sou eu,sou momento.
Sou o vento que respiro em você.
Amo você,minha praia e o meu povo.
Novo ou velho não consigo lhe esquecer:
De seus braços,dos seus beijos,dos meus dias.
Das agonias caminhando praia afora.Nas caminhadas,
Caminhando dia-à-dia;
Como se a vida fosse um pássaro sem gaiola.
Mas a vida :é o caminho,é a saudade.
E Moram juntos dentro do meu coração.
Sou o barco que me levou muito pequeno ,
Para a ilha de eterna ilusão.
Ainda hoje,sou criança em pensamento.
Sou o relento d'uma ilha em que dormi,
Sou um peixe que desova muitos filhos;
Sou um navio sobre o mar onde nasci.

Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

O meu canto é você
Autor:Carlos de Souza


Sem cantar,sem canto e sem pranto.
Lembrei-me de ti.Onde estás?
Será que por trás dos quebrantos,
Por trás dos montes,dos horizontes,
Ou dos manguezais?
Porém,a lua não respondeu nada.
Isto é que se malvada ,não sente a dor do poeta,
Que pergunta por seu amor.
Contudo,não tem nada,ondas inquietas,
Que por trás Das vidas e poderosas restas;
Me faz lembrar que o tempo passou.
Agora clareia o meu pensamento.

A lua que feriu meu coração.
A lua que me emudeceu o meu canto...
Sem poder cantar de tristezas,
Misturei meu pranto com o clarão seu.
Não posso fazer,se a distância me empata
se a noite me enlaça,o tempo destrói.
Tirou da saudade,que dói esquecida.
Pois,mas nada constrói,se o tempo me mata.
me abraça,me traça,me deixa,
Me atira uma flecha,se nossa promessa não pode ser cumprida.
Me estralhaça essa vida sem ter piedade.
Seja feita a vontade da verdade rompida.

Poesia do livro Meu outro lado,Carlos de Souza

Transformo
Autor:Carlos de Souza


Vejo ao longe as canoas,
Saltitando sobe as águas.
Transformo tudo isso em mágoas,
Para apagar as lembranças boas.
Agora não adianta entoar,
Ao vento entrego o meu ser.
Se rezo é para você,
Se choro é para lhe lembrar.
Vejo uma tarrafada se abrindo,
Como se uma mão estendesse,
Parece que nunca morresse
Oh!Pai,o que estás sentindo?
Será que tens saudade da gente?
Será que prentendes voltar?
Queria poder lhe falar,
O que me meu coração sente.
Imagino voçê praia afora,
Sem destino,noite a dentro.
Ao sereno,à chuva e ao vento,
Nem parece comigo agora.
Protegido do mundo medonho,
Amparado pela lei militar.
E você,mensageiro do mar,
Pescador de um peixe estranho.

sábado, 4 de abril de 2009

-Poesia do livro Meu outro lado ,Carlos de Souza

Vida sem vida
Autor:Carlos de Souza


Em todo lugar que passo,
Vejo a vida cansada,
Vejo a vida enfadada,
Vejo a vida parada,
Sem poder caminhar.
E não sei a razão,
E o porquê dessa vida,
Nem também o sentido,
Da vida ser assim.
Vejo a vida saindo
Dos botecos,embriagada;
Como sem nada saber...
É por isso mesmo,
Que a vida se embriaga...
Pois alcoolatrada,
Não teme o dizer.
Vamos a qualquer lugar,
Encontramos a vida.
Coitada,enfraquecida
Sem poder mais viver.
É a vida já morta na rotina da vida.
Que pensa que caminha,
Mas não caminha sem ter.
Oh!vida,essa vida,
Que a vida nos leva.
é a vida sem vida de pobre viver.
é o pobre sem vida caído na vida.
É a vida sofrida,vivida sem prazer.



-Poesia do livro Meu outro lado ,Carlos de Souza

Sentença
Autor:Carlos de Souza


O cosmo me invade a cabeça,
Sinto as forças sobre os meus ombros;
Vejo a terra somente em escombros,
Vejo o mundo todo a desabar.
Percebo o fogo queimando o mar,
E os homens fugir das ciências;
Enquanto nossa sentença,
É os fim do mundo não esqueça.
Já vemos todos as sentenças,
O fracasso da economia.
O balanço da carestia,
Que o povo chama de inflação.
O dólar invadindo o mercado,
Deve existir algo errado,
Com essa grande nação.
É a União Soviética contra os Estados Unidos.
São os países oprimidos rumando à democracia;
Bem, que meu avô dizia:
Que esse mundo está perdido.
É a era nuclear,espaçonave Colúmbia.
Oh ciência vagabunda,essa de chegar ao céu!
Gente,para de conflito!o espaço não é brinquedo.
Existe um grande segredo,que é difícil desvendar.
Pro astronauta celeste,não vou tirar o chapéu.

Poesia do livro Meu outro lado ,Carlos de Souza

Força Divina
Autor:Carlos de Souza


Bendita essa quietude!
Essa benção que veio do céu
è a divina e eterna força:
É a força maior que é Deus.
Sou uma célula sem porte,
Caída nas chamas da vida.
Não devemos temer a morte;
Nem a sorte,maldita,atrevida.
existem,não sei para quê!
Ambas chegam inesperadas...
A sorte chega aperriada;
A morte,quando não se quer.
Por isso,é que me inquieto.
Sou feto,sou pobre ancião.
Sou eu,um pedaço,ser frágil!
Sou partículas divididas de um grão.

Poesia do livro Meu outro lado ,Carlos de Souza

Coração Materno
Autor:Carlos de Souza


Mãe,amor bem maior,
Amor que nunca termina.
Não conheço algo melhor,
Do que a mãe que estima.
Só conheço um ser puro no mundo,
Que é o coração materno.
Que silencia no amargo profundo,
Evitando a friagem do inverno.
Desejaria que todo vivente,
Não esquecesse doa mor mais puro.
Relembrasse no passado e no presente,
O que será sem uma mãe no futuro.
Não há nada que possa comparar,
Sem uma mãe o mundo é menor.
Mas,se perde uma mãe,não devemos chorar.
Porque Deus sabe conformar de uma forma melhor.

segunda-feira, 9 de março de 2009

QUERO PAZ - POESIA DE CARLOS DE SOUZA

QUERO PAZ

Agora encontro-me entre as forças de uma
solidão;
solidão esta;que me faz ficar com o cérebro
perturbado.
Não sei a principal causa deste sofrimento
instântaneo.
Só sei dizer que algo faz espressar-me assim.

às vezes brinco para esquecer as mágoas,
Mas no entanto as brincadeiras me provocam
ameaças,Balbúcias...

O que faço meu Deus para esquecer estes
Problemas tão importunos,
Dai-me forças e aptidão corporal,para me
Livrar destas tormentas!
Que são provocadas pelo mar...

Oh Deus!dai-me um pouco de paz,já que nesta
Hora de tanta incoviniência ,
Só veio diante de rir,as angústias de um vazio.

Será que me escutas?ou não encontrarás solução,
Para este problema gravíssimo no amor e carinho
Embora ainda me doa no coração paupérrimo e
Solidãoibrátorio.

Quero que a bondade seja lançada
sobre os corações
Rígidos;
E só assim reino um pouco de
tranquilidade no espírito
Tão bravo,
Que se tornará um cordeiro.

Não guardo rancor,mas na hora
Que me fazem o que não gosto,
Me sinto abatido pelo nervosismo,
ou talvez quase morto.
Pelas palavras expelidas do timbre
de uma voz esplendorosa
Em um coro entoado pela pessoa amada.

Por que me provocas?será que queres com isso
Me fazer um só corpo?
Ou queres se separá definitivamente?
Quem sabe?...

O amor é tão forte quanto a tempestade
em alto mar,
Ou talvez incomparável e inexplicável
neste momento de teor e saudade.
Como decidir?...Só resta-me esquecer;
Mesmo não podendo...

Muito embora as correntes predendoras ainda não
Me pertençam,poque a sonolência
É quem me domina neste impacto infindo.






domingo, 8 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

BARCO DE UM SONHADOR

BARCO DE UM SONHADOR
AUTOR:CARLOS DE SOUZA




Lá vem novamente a solidão me visitar;

Vem como um pássaro em uma nuvem de amor.
Eu que sozinho,me contento em olhar :
O mar distante leva meu barco sonhador.

O mar aonde guarda saudades já vividas;
E escondidas vive elas nas profundezas.
Eu sou um náufrago das muitas noites mal dormidas;
Que em toda vida nadou contra as profundezas.

Velejei sempre ao contrário do mourão;
Em vez do porto busquei o fundo do mar.
O mar da vida,da imensa solidão;
dos amanhãs tão remotos a nafraugar.

Naveguei a milhões de milhas incansaveis
Não consegui o meu porto ancorar.
Parece até que não são águas navegaveis;
As profundezas do meu íntimo de amar.

Busquei nas espumas brancas dos parrachos:
O insensato dos insensíveis corações.
Ondas se batem iguais as fêmeas e os machos:
Quando se perdem pela força das emoções.

A esse náufrago solitário e triste,
Marcado sempre pela correnteza do mar.
Ah!nesse náufrago sempre existe:
A coragem de sobreviver dentro do mar .





Essa Poesia foi composta em 1992,numa madrugada de verão;surgiu repentinamente.E logo aflorou sujando o papel.Eis aí a poesia que faz parte,do LIVRO "ESPUMAS BRANCAS DO MAR"
do POETA CARLOS DE SOUZA que estamos em busca de um editor .Depois nós seguiremos com mais poesias.

Obrigado aos leitores e até a próxima.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval 2009

No momento estou curtindo o carnaval no interior do nosso querido estado, em Alexandria-RN, as postagens serão retomadas após o retorno a nossa capital, querida cidade do Sol, Natal-RN.

Novo Blog - Postagens

Está entrando no ar um novo blog do poeta natalense, estudante de direito, Carlos de Souza, compartilharemos poesias, músicas e muito conhecimento.

Aguardem novas postagens . . .