segunda-feira, 9 de março de 2009

QUERO PAZ - POESIA DE CARLOS DE SOUZA

QUERO PAZ

Agora encontro-me entre as forças de uma
solidão;
solidão esta;que me faz ficar com o cérebro
perturbado.
Não sei a principal causa deste sofrimento
instântaneo.
Só sei dizer que algo faz espressar-me assim.

às vezes brinco para esquecer as mágoas,
Mas no entanto as brincadeiras me provocam
ameaças,Balbúcias...

O que faço meu Deus para esquecer estes
Problemas tão importunos,
Dai-me forças e aptidão corporal,para me
Livrar destas tormentas!
Que são provocadas pelo mar...

Oh Deus!dai-me um pouco de paz,já que nesta
Hora de tanta incoviniência ,
Só veio diante de rir,as angústias de um vazio.

Será que me escutas?ou não encontrarás solução,
Para este problema gravíssimo no amor e carinho
Embora ainda me doa no coração paupérrimo e
Solidãoibrátorio.

Quero que a bondade seja lançada
sobre os corações
Rígidos;
E só assim reino um pouco de
tranquilidade no espírito
Tão bravo,
Que se tornará um cordeiro.

Não guardo rancor,mas na hora
Que me fazem o que não gosto,
Me sinto abatido pelo nervosismo,
ou talvez quase morto.
Pelas palavras expelidas do timbre
de uma voz esplendorosa
Em um coro entoado pela pessoa amada.

Por que me provocas?será que queres com isso
Me fazer um só corpo?
Ou queres se separá definitivamente?
Quem sabe?...

O amor é tão forte quanto a tempestade
em alto mar,
Ou talvez incomparável e inexplicável
neste momento de teor e saudade.
Como decidir?...Só resta-me esquecer;
Mesmo não podendo...

Muito embora as correntes predendoras ainda não
Me pertençam,poque a sonolência
É quem me domina neste impacto infindo.






domingo, 8 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

BARCO DE UM SONHADOR

BARCO DE UM SONHADOR
AUTOR:CARLOS DE SOUZA




Lá vem novamente a solidão me visitar;

Vem como um pássaro em uma nuvem de amor.
Eu que sozinho,me contento em olhar :
O mar distante leva meu barco sonhador.

O mar aonde guarda saudades já vividas;
E escondidas vive elas nas profundezas.
Eu sou um náufrago das muitas noites mal dormidas;
Que em toda vida nadou contra as profundezas.

Velejei sempre ao contrário do mourão;
Em vez do porto busquei o fundo do mar.
O mar da vida,da imensa solidão;
dos amanhãs tão remotos a nafraugar.

Naveguei a milhões de milhas incansaveis
Não consegui o meu porto ancorar.
Parece até que não são águas navegaveis;
As profundezas do meu íntimo de amar.

Busquei nas espumas brancas dos parrachos:
O insensato dos insensíveis corações.
Ondas se batem iguais as fêmeas e os machos:
Quando se perdem pela força das emoções.

A esse náufrago solitário e triste,
Marcado sempre pela correnteza do mar.
Ah!nesse náufrago sempre existe:
A coragem de sobreviver dentro do mar .





Essa Poesia foi composta em 1992,numa madrugada de verão;surgiu repentinamente.E logo aflorou sujando o papel.Eis aí a poesia que faz parte,do LIVRO "ESPUMAS BRANCAS DO MAR"
do POETA CARLOS DE SOUZA que estamos em busca de um editor .Depois nós seguiremos com mais poesias.

Obrigado aos leitores e até a próxima.